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Como Evitar "Programa de Índio"

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Pedir carne de porco no lugar de frango, virar à esquerda quando deveria ser à direita, entrar pela saída ou pedir uma "Cueca-Cuela" no avião são alguns dos micos que os turistas passam pelo menos uma vez na vida.
Pensando nisso, Helena Perim Costa, autora do bem-humorado "Guia de Elegância de uma Reles Mortal", chegou à conclusão de que é impossível não entrar em roubadas durante viagens de férias, mesmo consultando guias de turismo, roteiros e perguntando para quem já esteve por lá antes.

Então ela decidiu escrever um "antiguia" turístico. O "Guia Michelíndio: Aonde não ir, o que não comprar, o que não comer, com quem não viajar e outras dicas para evitar roubadas turísticas", chega com a pretensão de desmistificar os destinos turísticos e ensinar como evitar o "programa de índio". Com dicas sinceras, a autora reúne no livro tudo o que é essencial para que as viagens não corram riscos de se tornarem traumáticas.
Segundo Helena, " lugar micado tem no mundo inteiro e nem sempre as férias acontecem como se espera. Por isso, meu objetivo é evitar que os turistas gastem seu rico dinheirinho em locais sem graça, passem 30 dias na companhia de uma pessoa chatérrima, comam mal ou voltem mais cansados do que partiram".


Para evitar aborrecimentos, ela classifica os roteiros e alguns locais mais conhecidos com penas, que variam de um a cinco. Quanto maior o número de penas, mais "programa de índio" ele é.
Das malas aos souvenires, do Marrocos à China, o "Guia Michelíndio" expõe com bom humor o que deve ser feito caso o turista não queira entrar numa fria. Além disso, descreve situações hilárias que têm a ver com 99% dos viajantes menos informados.

Trecho

Definição de mala segundo o dicionário: "Caixa coberta de couro, lona, lata ou outro material, fechada com cadeado ou chave onde se guardam ou levam objetos, geralmente roupas".
Definição de mala segundo minha experiência: um trambolho dentro do qual você coloca um monte de roupas e sapatos e, no final, não usa nem a metade. Que pesa sempre mais do que você gostaria e no qual cabe menos do que você queria levar. A maioria vem com rodinhas que quebram na primeira semana e têm o poder de deixar marcas inesquecíveis, como cicatrizes e hematomas, dores lombares, unhas quebradas, etc. Enfim, algo que você odeia, mas sem o qual não pode viajar. E que, se por vingança às vezes desaparece, é pelo que você mais chora.

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