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Não Perturbe

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Foi disponibilizado hoje pelo PROCON o formulário de cadastramento para bloqueio do recebimento de ligações de telemarketing.

Nem acredito que vou ficar livre desses telefonemas tão desagradáveis e ter meu sossego de volta!

Confira aqui como proceder.

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Privacidade Respeitada

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Ao que tudo indica, muito em breve estaremos livres de receber informações indesejáveis e com excesso de gerúndios nas ligações de telemarketing.
No final deste mês começará a vigorar a Lei n.º 13.226/08 que beneficia, em princípio, apenas os paulistas com o cadastro de bloqueio a esse tipo de chamada.
Pelo projeto inicial, o PROCON seria responsável por implantar, gerenciar e divulgar aos interessados o cadastro, porém até a presente data, ainda não existe informação no portal que esclareça ao consumidor como proceder para efetuar o referido cadastro.
Estamos no aguardo...

Fonte: Blogs da Folha

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Estelionato na Língua

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O cara além de bandido é burro! Foi preso e tem que ser condenado 2 "veiz"...
E nessa "facurdade" que ele estudou ainda tem uma porção de vagas...



Imagem recebida por e-mail

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Hum! Que Delícia!

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Hoje vou deixar aqui uma receitinha ma-ra-vi-lho-sa e prática de um pudim que pode ser levado à geladeira. Fica delicioso e é ideal pra ser servido num lanche à tarde.
Bom apetite!

Pudim de Atum

1 ½ pão de forma sem casca picado
2 latas de atum ralado
1 lata de creme de leite com soro
1 lata de ervilha
1 lata de palmito
1 xícara de catchup
1 xícara de pickles picado
2 colheres de chá de molho inglês
Azeitona verde a gosto, sal a gosto e salsinha picada

Misture bem (tem que por a mão na massa literalmente) e coloque numa forma de buraco no meio, untada com óleo.
Aperte bem e leve à geladeira.
Desenforme depois de bem gelado e decore com azeitonas pretas, raminhos de salsinha, tomates em tiras, etc. (use a sua criatividade).

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Estação das Perdas

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Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio...
Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido.
Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: As perdas do ser humano.
Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero.
Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos.

Começamos a vida em perda e nela continuamos. Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói...
E continuamos a perder...e seguimos a ganhar. Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair...
E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar.
Por quê? Perguntamos a todos e de tudo...
Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás... Estamos crescendo.

Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer, renascer (?)...
Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros.
Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres. Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda, tememos dizer-lhe isso. Receamos "risar" escandalosamente da bermuda ridícula do vizinho ou puxar as pelanquinhas do braço da vó com a maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto.
Estamos crescidos e nos ensinam que não devemos ser tão sinceros.
E aprendemos... E vamos adolescendo... ganhamos peso, ganhamos seios, ganhamos pelos, ganhamos altura, ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito. O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos...
Ah! Os sonhos!!! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo. Aí de repente, caímos na real!

Estamos amadurecendo... todos nos admiram. Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo.
Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais?
A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado? (???)
E continuamos amadurecendo... ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma. E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer... Mas perdemos peso!!!

Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e "tascamos-lhe" aquele beijo estalado... mas apertamos as mãos de todos, ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade...
E assim, vamos ganhando tempo... enquanto envelhecemos.
De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso... e perdemos cabelos.
Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir... perdemos a esperança. Estamos envelhecendo.

Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo... afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno, que necessita do outono que o antecede...
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente...
Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie...
Que tenhamos rugas e boas lembranças...
Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia...
Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos...
E, principalmente, que não digamos apenas "eu te amo", mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos, sintam-se amados mais do que saibam-se amados.
Afinal, "o que é o tempo?"

Aíla Magalhães (poetisa e cantora)

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Diferentes

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Se você é daqueles que não sai de casa sem estar devidamente acompanhado de um pen drive, veja a originalidade de alguns deles...


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Mulheres

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Pessoas queridas...
Peço licença hoje para dedicar este post às Mulheres. Escolhi um texto da Lya Luft que é lindo e passa exatamente o que eu desejo!

Um feliz dia das mulheres a vocês que não têm nada de Luma de Oliveira, Vera Fischer e Juliana Paes, mas que honram o termo Mulherão sendo Mãe, Esposa, Companheira, Filha, Irmã, Amante, Namorada e Amiga, diariamente, com todo o seu amor e dedicação!

Canção das Mulheres

Que o outro saiba quando estou com medo e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos se precisar ficar um pouco quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele, não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim nem se aproveite disso.

Que, se eu faço uma bobagem, o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que, se estou apenas cansada, o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade, mas talvez por culpa ou acomodação.

Que, se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo de que é culpa dele, ou que não o amo mais.

Que, se estou numa fase ruim, o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo: "Olha que estou tendo muita paciência com você!"

Que, se me entusiasmo por alguma coisa, o outro não a despreze nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.

Que, quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que, quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha logo atrás de mim reclamando: "Mas que chateação essa sua mania, volta pra cama!"

Que, se eu peço um segundo drinque no restaurante, o outro não comente logo: "Poxa, mais um?"

Que, se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro - filho, amigo, amante, marido - não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que embora às vezes me esforce, não sou nem devo ser a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa, vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa: uma mulher.

Lya Luft ("Pensar é Transgredir" - Editora Record - 2004)

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Queimando Calorias

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Se você achava graça dos veículos pré-históricos do desenho animado "Os Flintstones", talvez não tenha ouvido falar dos carros da americana HumanCar

A HumanCar já desenvolveu o FM-4 (de Fully Manual 4 passenger, ou completamente manual para quatro passageiros), veículo em que a tração é humana. Em vez de usar as pernas, os passageiros usam as mãos para mover alavancas em forma de T, como numa remada, e geram a força transmitida para as rodas. Pode-se inclinar as alavancas, como no esqui e no snowboard. O carro faz a energia do movimento oscilatório se tornar rotacional, produzindo mais de 2 000 watts, segundo a HumanCar.

Chamado de o primeiro híbrido elétricohumano, o Imagine mescla a propulsão do FM-4 a duas baterias, que adicionam eletricidade à energia gerada pelos ocupantes quando o carro precisa, no caso de subidas. O Imagine parece um kart de quatro lugares, com mais carenagem, mas prevê-se que ele terá um teto. Seu chassi é descrito como um exoesqueleto dentro do qual vão os passageiros. O carro aproveita a energia das frenagens para recarregar as baterias. Embora o projeto ainda esteja sendo concluído, a HumanCar já aceita encomendas para as primeiras 100 unidades do Imagine, ao preço de 15 000 dólares. A produção em escala ainda depende de investidores.

Cientistas americanos e canadenses também estão desenvolvendo um aparelho capaz de aproveitar a energia cinética dos movimentos das pernas e transformá-la em eletricidade. Uma caminhada leve geraria 5 watts (o que faz dez celulares funcionarem) e uma corrida, 54 watts. Pesando 1,6 kg e instalado nas duas pernas, o aparelho tem um chassi de alumínio que vai da coxa à panturrilha. Seu motor inclui gerador, correias, potenciômetros e conectores. A energia captada pode se tornar uma nova fonte de energia para os equipamentos elétricos no interior dos carros. São alternativas para quem gosta de se exercitar. Em ambas as tecnologias, as únicas emissões são de calor e suor.

Fonte: Planeta Sustentável

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